Afinal de contas, não são só alguns dias, não são só algumas noites, não são só algumas manhãs e muito menos só algumas tardes.
São só algumas mensagens trocadas e cada vez menos conversas virtuais, por mais que sejam as maneiras de comunicação optamos sempre pelo caminho mais simples.
A esta altura, já posso ser tua irmã, posso ser tua mãe, posso ser tudo o que precisares que venha de mim, o que tu não tens, eu farei questão de arranjar deixando sempre que cresças com as vezes que cais, que te tornes cada vez mais forte com o que te enfraquece e que fiques cada vez mais segura cada vez que te levantas e prossegues sem olhar para trás. Eu não te vou ajudar sempre a levantar, por vezes vou afastar a mão para que proves a ti mesma que por mais fraco que seja o teu corpo a tua mente será sempre mais forte. Ela e só ela pode fazer com que te tornes cada vez mais independente, ela e só ela torna todos os teus pontos mais sensíveis na mais pura indiferença.
Um dia, não vais precisar de fugir, um dia não vais precisar de chorar, não vais precisar de gritar, não vais precisar de libertar todo esse rancor que acumulas cada vez que a tua inesgotável paciência fica na corda bamba. Um dia terás uma coração tão forte que nada nem ninguém se vai atrever a pô-lo à prova. Nessa altura, vais lembrar-te que não foram as facilidades que te tornaram tão imune mas sim tudo aquilo que se atravessou à tua frente, serás mais confiante que nunca, vais lembrar-te que não foram todos aqueles que estiveram lá nos momentos certos que te tornaram assim, mas foste tu que soubeste aproveitar cada palavra que diziam e cada gesto que faziam cada vez que tropeçavas.
Até lá, eu estarei sempre a uns quilómetros de distância, a uns metros de ficar mais próximo, há distância de um click ou mesmo ao teu lado. Sem que tenhas de dizer uma palavra, sem que eu tenha de pronunciar algo a não ser "tem calma", visto que em certas alturas é a única coisa que sei dizer. Talvez por falar sempre demais ou por se calhar saber que sabes o que te quero dizer. Talvez por saberes ler na minha expressão tudo o que não sai da boca pra fora, talvez por saber que sabes que te nunca vou deixar de te compreender ou de ser aquela que sai contigo quando precisas de estar sozinha, por não te fazer perguntas por saber que precisas de respostas.
Desculpa se te falho, desculpa se não me interesso, desculpa se não sei agir perante algumas coisas, desculpa se faço algo que impeça seres mesmo tu, desculpa se alguma vez mostro que não podes confiar em mim.
Acredita, mesmo não podendo por-me no teu lugar, tendo tu a prova que a vida não é fácil em 16 anos, terás o resto dela para provar que se fosse tudo fácil não tinha a mínima piada.
Vou sempre fazer o que conseguir para garantir que és feliz, seja como, quando, onde e com quem for.
Sabes que só não mostro o valor que tens para mim porque não consigo, por não ter noção de como fazê-lo.
Não precisamos de saber o dia nem de saber quando é que faz mais um ano, não interessa há quanto tempo foi mas sim o tempo que ainda vai pedurar, e isso sim, dirá que não somos como tantas outras.
Obrigada por seres a melhor , Parabéns <3
.,
A campainha está intacta e nunca mais fui abrir a porta com o mesmo entusiasmo.
A minha guitarra está parada e mais ninguém a tocou deste então. Os troféus, os diplomas e as fotografias estão no mesmo sítio, já não tenho de esperar por quem as vê.
Já ninguém se senta na minha cama, já ninguém espera que me despache, a secretária já não tem pertences esquecidos.
O frasquinho está no mesmo nível, ninguém nesta casa o usa, a manta está dobrada em cima da cadeira, ninguém vai lá buscá-la, ninguém neste casa teima que tem frio.
Já ninguém reclama dos fios no chão para além da minha mãe, já ninguém me desvia o olhar da televisão.
Ninguém se senta no meio do sofá nem deixa cair o telemóvel. O tapete já não tem sapatos e a minha cabeça já não tem colo. O ecrã deixou de ter reflexo e o meu computador já não reproduz filmes. Os cortinados estão sempre abertos e as luzes sempre acesas.
A casa de banho está vazia e a porta está aberta e consegue abrir.
A central à frente do prédio ainda está cheia de formigas e o jardim está mais deserto que nunca.
Ladeira acima só percorro eu, com o mesmo passo de sempre, cada vez mais rápido para que não me lembre que outrora alguém a subio comigo.
O banquinho atrás da árvore tem novos inclinos, já ninguém lê o aluga-se da loja abandonada. Já ninguém passa lá com a mesma rapidez nem com a mesma frequência, a falta já foi há muito sentida. O chão continua com pó, as entradas e saídas já não são controladas, o caminhar silencioso de alguém já não preocupa.
Já não vou pelos caminhos mais estreitos nem mais escondidos e os dias parecem não passar.
Já não subo tantas escadas, já não baralho andares, nem bato a porta tantas vezes.
Ainda não sei fechar persianas e já não sei de nenhum quarto mais desarrumado que o meu.
Os óculos ainda estão atrás da caixa e sempre que olho pra eles ainda me rio.
Os olhares depois de já me serem indiferentes e de não me afectarem absolutamente nada, afectam-me, mas ligar ao que dizem nunca foi comigo.
Terei muito mais do que me foi tirado.
A minha guitarra está parada e mais ninguém a tocou deste então. Os troféus, os diplomas e as fotografias estão no mesmo sítio, já não tenho de esperar por quem as vê.
Já ninguém se senta na minha cama, já ninguém espera que me despache, a secretária já não tem pertences esquecidos.
O frasquinho está no mesmo nível, ninguém nesta casa o usa, a manta está dobrada em cima da cadeira, ninguém vai lá buscá-la, ninguém neste casa teima que tem frio.
Já ninguém reclama dos fios no chão para além da minha mãe, já ninguém me desvia o olhar da televisão.
Ninguém se senta no meio do sofá nem deixa cair o telemóvel. O tapete já não tem sapatos e a minha cabeça já não tem colo. O ecrã deixou de ter reflexo e o meu computador já não reproduz filmes. Os cortinados estão sempre abertos e as luzes sempre acesas.
A casa de banho está vazia e a porta está aberta e consegue abrir.
A central à frente do prédio ainda está cheia de formigas e o jardim está mais deserto que nunca.
Ladeira acima só percorro eu, com o mesmo passo de sempre, cada vez mais rápido para que não me lembre que outrora alguém a subio comigo.
O banquinho atrás da árvore tem novos inclinos, já ninguém lê o aluga-se da loja abandonada. Já ninguém passa lá com a mesma rapidez nem com a mesma frequência, a falta já foi há muito sentida. O chão continua com pó, as entradas e saídas já não são controladas, o caminhar silencioso de alguém já não preocupa.
Já não vou pelos caminhos mais estreitos nem mais escondidos e os dias parecem não passar.
Já não subo tantas escadas, já não baralho andares, nem bato a porta tantas vezes.
Ainda não sei fechar persianas e já não sei de nenhum quarto mais desarrumado que o meu.
Os óculos ainda estão atrás da caixa e sempre que olho pra eles ainda me rio.
Os olhares depois de já me serem indiferentes e de não me afectarem absolutamente nada, afectam-me, mas ligar ao que dizem nunca foi comigo.
Terei muito mais do que me foi tirado.
Boa Sorte
O teu toque de perfeição já foi, o teu rasto não passa mais por aqui.
Não que hoje fosse só o inicio de mais um mês.
Não que não ande numa roda viva, tonta de tantas voltas e do tão tonto que é o meu caminho.
Não que o meu pensamento já não te pertença, mas sei que o teu terá sempre um cantinho para mim, sem que isso me torne mais amena.
Não que a tua presença não me altere os sentidos, não que cada vez que te aproximas não sinta o coração a querer saltar do peito, nem que perca a perfeita ou imperfeita noção do óbvio.
Não que acredite que o tempo resolve tudo, mas que sinta que com ele tu vais aprender o que não te consegui ensinar.
Com o tempo eu vou perceber que a falta de pontualidade não era minha, nem que a falta de calma não era nossa, a tua pressa não adiantou de nada como só te atrasou cada vez mais.
Com o tempo, com o tempo necessário eu vou perceber que não levou aquilo que me fazia ficar maior, mas me traz aquilo que me faz crescer, não me levou todas as expressões mais felizes como as tornou cada vez mais fortes, cada vez mais genuínas.
A marca ainda está para vir quem a deixe, tanto em ti, como em mim.
Não te salvei, nem te vou salvar, não salvar da marca, mas salvar da falta dela, e quando te sentires afogado pela falta de orgulho, quando a tua aura tão facilmente destrutível deixar de existir, por mais feliz que sejas com isso, vais lembrar-te de mim.
No fundo, por mais que seja o espanto ao inicio e por mais rápido que esse espanto seja repulso, no fim, até ao fim, tu vais sentir o meu impulso, por menos intenso que ele seja.
E por mais que abomine comparações, acabam por sentir o mesmo, por querer o mesmo, por ser o mesmo por mais diferentes que sejam.
A lição está tirada, mas cada vez me sinto mais farta de seres sempre tu a razão de toda esta nostalgia, toda esta melancolia, aprender não se faz de uma só vez.
Eu já não sou a Terra, e por mais que aprecie o teu humilde efeito, desculpa mas já não giro à tua volta, já não quero que as minhas acções dependam dos comandos propositados que tens em mim, não sou a tua marioneta.
Tu vais ser sempre superior e quererás ter sempre razão, ainda não é desta que me despeço de ti, mas a minha despedida vai ser mais fácil do que pensas.
Quando fores definitivamente talvez eu te diga Olá , por agora, mais vale um forçado Boa Sorte do que um Adeus retornável.
Cheio na cabeça ou no coração, cheios de nada, cheios de tudo, mais ou menos sentimento, mais ou menos recordação.
Day 15 - A song that you listen to when you’re happy
P.s. - Tenho estado bastante ausente, demasiado que fazer, demasiado em que pensar. Quero e preciso de férias desesperadamente, férias, verão e muita, muita praia.
Não que hoje fosse só o inicio de mais um mês.
Não que não ande numa roda viva, tonta de tantas voltas e do tão tonto que é o meu caminho.
Não que o meu pensamento já não te pertença, mas sei que o teu terá sempre um cantinho para mim, sem que isso me torne mais amena.
Não que a tua presença não me altere os sentidos, não que cada vez que te aproximas não sinta o coração a querer saltar do peito, nem que perca a perfeita ou imperfeita noção do óbvio.
Não que acredite que o tempo resolve tudo, mas que sinta que com ele tu vais aprender o que não te consegui ensinar.
Com o tempo eu vou perceber que a falta de pontualidade não era minha, nem que a falta de calma não era nossa, a tua pressa não adiantou de nada como só te atrasou cada vez mais.
Com o tempo, com o tempo necessário eu vou perceber que não levou aquilo que me fazia ficar maior, mas me traz aquilo que me faz crescer, não me levou todas as expressões mais felizes como as tornou cada vez mais fortes, cada vez mais genuínas.
A marca ainda está para vir quem a deixe, tanto em ti, como em mim.
Não te salvei, nem te vou salvar, não salvar da marca, mas salvar da falta dela, e quando te sentires afogado pela falta de orgulho, quando a tua aura tão facilmente destrutível deixar de existir, por mais feliz que sejas com isso, vais lembrar-te de mim.
No fundo, por mais que seja o espanto ao inicio e por mais rápido que esse espanto seja repulso, no fim, até ao fim, tu vais sentir o meu impulso, por menos intenso que ele seja.
E por mais que abomine comparações, acabam por sentir o mesmo, por querer o mesmo, por ser o mesmo por mais diferentes que sejam.
A lição está tirada, mas cada vez me sinto mais farta de seres sempre tu a razão de toda esta nostalgia, toda esta melancolia, aprender não se faz de uma só vez.
Eu já não sou a Terra, e por mais que aprecie o teu humilde efeito, desculpa mas já não giro à tua volta, já não quero que as minhas acções dependam dos comandos propositados que tens em mim, não sou a tua marioneta.
Tu vais ser sempre superior e quererás ter sempre razão, ainda não é desta que me despeço de ti, mas a minha despedida vai ser mais fácil do que pensas.
Quando fores definitivamente talvez eu te diga Olá , por agora, mais vale um forçado Boa Sorte do que um Adeus retornável.
Cheio na cabeça ou no coração, cheios de nada, cheios de tudo, mais ou menos sentimento, mais ou menos recordação.
Day 15 - A song that you listen to when you’re happy
P.s. - Tenho estado bastante ausente, demasiado que fazer, demasiado em que pensar. Quero e preciso de férias desesperadamente, férias, verão e muita, muita praia.
..
Day 14 - A song that you listen to when you’re angry
Não estou muitas vezes chateada nem irritada, apenas triste ou magoada, e isso fica para amanhã. Não é das minhas cantores de eleição mas a música põe-me, sem duvida, mais calma.
O que publiquei ontem não passam de verdades, apresentadas da maneira mais crua, mais nua, mais sincera, a maneira que arranjo para lhe dirigir e não dizer tudo o que não consegui.
Não estou muitas vezes chateada nem irritada, apenas triste ou magoada, e isso fica para amanhã. Não é das minhas cantores de eleição mas a música põe-me, sem duvida, mais calma.
O que publiquei ontem não passam de verdades, apresentadas da maneira mais crua, mais nua, mais sincera, a maneira que arranjo para lhe dirigir e não dizer tudo o que não consegui.
...
Foste forçado a sentires o que não sentias, foste jogado para os meus braços, meteram-te no primeiro espaço que encontraram para te ajudar, para te tirarem da solidão e a tua única hipótese foi adaptares-te mesmo sabendo que aquele não era o teu habitat, que aquilo não era a tua essência que eu não fazia parte das tuas tão grandes escolhas, das tuas grandes expectativas.
Entraste, entraste só para satisfazer, só para não cortares, só para dizer que tinhas, só para não seres o único, para teres o teu momento alto e teres o que ansiavas à tanto tempo, para fazeres parte deles, para não perderes reputação.
Eu fui avisada, avisada muitas e muitas vezes, de todas as maneiras possíveis e imaginárias, não fui por querer, não fui por sentimento, fui por brincadeira, fui por necessidade, fui por capricho, miserável e imperdoável capricho.
Fui porque estava farta das mesmas mentalidades, dos mesmos pensamentos, dos mesmos arrependimentos, da mesma forma de viver. Queria mover olhares, mudar sentimentos, revolucionar crenças, queria alguém que acreditasse em mim mais do que alguma vez eu conseguirei acreditar.
Queria ter alguém a quem contar tudo, todos os pormenores, tudo de mais insignificante, funcionavas como o meu trampolim, subia e sempre que voltava a baixo tu estavas lá e voltavas a por-me lá em cima, durante todo o tempo que precisasse. Os minutos passavam e eu parecia nunca mais querer sair de lá, parecia que tinha encontrado o meu mundo, como se tivesse encontrado o meu tesouro no meio do deserto, como se tivesse encontrado a agulha no meio do palheiro.
Para os teus, eu era a parte preta que eles tinham escolhido, para os meus, tu eras a minha parte preta de quem eles tinham medo.
Medo que me magoasses, medo que me tornasses em que eu não sou, tinham de medo de dirigir uma palavra sobre ti, medo de dizer que não confiavam em ti. Eu tentava prova-los, todos os dias, que eras tu quem me fazias feliz e amparava todos os teus golpes, todas as tuas faltas, amenizava tudo o que não gostava, e cada vez que dizia alguma coisa, via estampado na cara deles que não estavam à espera de algo diferente enquanto eu esperava por muito, muito mais.
Mais para lhes contar, mais para lhes dizer, mais para eles denotarem a emoção com que falava de ti, a exuberância com que descrevia todos os teus actos, o entusiasmo que mostrava em todas as minhas expressões, o brilho que tinha nos olhos.
Aparentemente, eles conheciam-te, eu não.
Acabaram por se iludir a eles mesmo por uma ilusão que eu mesma criei.
Todos os outros, não os teus, não os meus, os restantes, não estavam à espera que acontecesse outra coisa, contavam os minutos para que a qualquer altura acertarem em cheio naquilo que previam desde o inicio. O teu lado não gostou e o meu muito menos.
E sim, tinham todos razão.
Agora tu avanças, partes em frente, com alguém completamente diferente de mim, igual a ti, e eu, continuo aqui, recuada, ainda com alguém completamente diferente de mim, tu.
Ambos não seguimos conselhos, algum de nós foi pelo caminho errado.
Ou eu por aceitar um começo, ou tu, por ditar um fim.
Um dia vou ditar um novo inicio e terei muito tempo para me lembrar do que já me esqueci, tu terás demasiado para tentar esquecer o que não sai da tua lembrança.
Adeus.
Day 13 - A song from your favorite album
E viva aos Muse !
Day 13 - A song from your favorite album
Entraste, entraste só para satisfazer, só para não cortares, só para dizer que tinhas, só para não seres o único, para teres o teu momento alto e teres o que ansiavas à tanto tempo, para fazeres parte deles, para não perderes reputação.
Eu fui avisada, avisada muitas e muitas vezes, de todas as maneiras possíveis e imaginárias, não fui por querer, não fui por sentimento, fui por brincadeira, fui por necessidade, fui por capricho, miserável e imperdoável capricho.
Fui porque estava farta das mesmas mentalidades, dos mesmos pensamentos, dos mesmos arrependimentos, da mesma forma de viver. Queria mover olhares, mudar sentimentos, revolucionar crenças, queria alguém que acreditasse em mim mais do que alguma vez eu conseguirei acreditar.
Queria ter alguém a quem contar tudo, todos os pormenores, tudo de mais insignificante, funcionavas como o meu trampolim, subia e sempre que voltava a baixo tu estavas lá e voltavas a por-me lá em cima, durante todo o tempo que precisasse. Os minutos passavam e eu parecia nunca mais querer sair de lá, parecia que tinha encontrado o meu mundo, como se tivesse encontrado o meu tesouro no meio do deserto, como se tivesse encontrado a agulha no meio do palheiro.
Para os teus, eu era a parte preta que eles tinham escolhido, para os meus, tu eras a minha parte preta de quem eles tinham medo.
Medo que me magoasses, medo que me tornasses em que eu não sou, tinham de medo de dirigir uma palavra sobre ti, medo de dizer que não confiavam em ti. Eu tentava prova-los, todos os dias, que eras tu quem me fazias feliz e amparava todos os teus golpes, todas as tuas faltas, amenizava tudo o que não gostava, e cada vez que dizia alguma coisa, via estampado na cara deles que não estavam à espera de algo diferente enquanto eu esperava por muito, muito mais.
Mais para lhes contar, mais para lhes dizer, mais para eles denotarem a emoção com que falava de ti, a exuberância com que descrevia todos os teus actos, o entusiasmo que mostrava em todas as minhas expressões, o brilho que tinha nos olhos.
Aparentemente, eles conheciam-te, eu não.
Acabaram por se iludir a eles mesmo por uma ilusão que eu mesma criei.
Todos os outros, não os teus, não os meus, os restantes, não estavam à espera que acontecesse outra coisa, contavam os minutos para que a qualquer altura acertarem em cheio naquilo que previam desde o inicio. O teu lado não gostou e o meu muito menos.
E sim, tinham todos razão.
Agora tu avanças, partes em frente, com alguém completamente diferente de mim, igual a ti, e eu, continuo aqui, recuada, ainda com alguém completamente diferente de mim, tu.
Ambos não seguimos conselhos, algum de nós foi pelo caminho errado.
Ou eu por aceitar um começo, ou tu, por ditar um fim.
Um dia vou ditar um novo inicio e terei muito tempo para me lembrar do que já me esqueci, tu terás demasiado para tentar esquecer o que não sai da tua lembrança.
Adeus.
Day 13 - A song from your favorite album
E viva aos Muse !
Day 13 - A song from your favorite album
Sexta Saudade
1º - Saudades tuas, saudades do que eras quando estavas comigo
Saudades da maneira como surgistes, saudades da maneira como me envolveste em ti
2º- Saudades da tua cabeça no meu colo, saudade da confortabilidade que sentia nos teus braços, da maneira como me sentia constantemente protegida, saudades da altura em que nada me deitava abaixo por saber que estavas comigo
3º- Saudades da tua mensagem de boa noite, saudade do teu beijo de bom dia, saudade do teu abraço depois de uma boa tarde, saudades da tua mão na minha
4º- Saudades do teu sorriso matreiro, do teu ar superior, da tua benevolência, do teu apoio
Saudades da maneira como me olhavas nos olhos e te rias de não conseguir fazer o mesmo
5º - Saudades das tuas brincadeiras, saudades de quando implicavas comigo, saudades de todos os teus mimos, de todas as tuas saídas,
saudades de sentir a tua pele, de apreciar o teu sorriso e de penetrar no teu olhar
6º - No meio de tanta saudade não te quero mais. Só quero a verdade. Não quero olhar para ti, não quero passar por ti, não quero ouvir falar de ti nem falar contigo. Não me quero lembrar de ti, nem lembrar-te de nós. O teu olhar deixa-me tonta, o teu ar deixa-me enojada e o teu sorriso, o teu sorriso vai-me fazer cada vez mais feliz à medida que menos me afectar.
Tudo o que disseste não me interessa mais, a decepção está rente ao limite máximo.
E se lá chegar, mais fácil será a minha subida.
Somos restos de capítulos misteriosos, de histórias frias, de páginas borradas, de palavras inexperientes, de sentimentos recentes e cada vez menos visíveis.
Mentiras opacas sobrepostas por demonstrações falsas.
Agora, tudo em ti me é estranho.
Sou apenas o que restou do tempo, do teu começo fácil, do meu desfecho difícil (...)
Day 10 - A song from your favorite band
Saudades da maneira como surgistes, saudades da maneira como me envolveste em ti
2º- Saudades da tua cabeça no meu colo, saudade da confortabilidade que sentia nos teus braços, da maneira como me sentia constantemente protegida, saudades da altura em que nada me deitava abaixo por saber que estavas comigo
3º- Saudades da tua mensagem de boa noite, saudade do teu beijo de bom dia, saudade do teu abraço depois de uma boa tarde, saudades da tua mão na minha
4º- Saudades do teu sorriso matreiro, do teu ar superior, da tua benevolência, do teu apoio
Saudades da maneira como me olhavas nos olhos e te rias de não conseguir fazer o mesmo
5º - Saudades das tuas brincadeiras, saudades de quando implicavas comigo, saudades de todos os teus mimos, de todas as tuas saídas,
saudades de sentir a tua pele, de apreciar o teu sorriso e de penetrar no teu olhar
6º - No meio de tanta saudade não te quero mais. Só quero a verdade. Não quero olhar para ti, não quero passar por ti, não quero ouvir falar de ti nem falar contigo. Não me quero lembrar de ti, nem lembrar-te de nós. O teu olhar deixa-me tonta, o teu ar deixa-me enojada e o teu sorriso, o teu sorriso vai-me fazer cada vez mais feliz à medida que menos me afectar.
Tudo o que disseste não me interessa mais, a decepção está rente ao limite máximo.
E se lá chegar, mais fácil será a minha subida.
Somos restos de capítulos misteriosos, de histórias frias, de páginas borradas, de palavras inexperientes, de sentimentos recentes e cada vez menos visíveis.
Mentiras opacas sobrepostas por demonstrações falsas.
Agora, tudo em ti me é estranho.
Sou apenas o que restou do tempo, do teu começo fácil, do meu desfecho difícil (...)
Day 10 - A song from your favorite band
-
Não preciso de ti para ser feliz, nem para passar os melhores momentos.
Os melhores momentos passo-os com quem quero e essas pessoas fazem-me feliz assim mesmo.
Lição tirada.
Day 07 - A song that reminds you of a certain event
Pois bem, esta música não tem muito a ver com o desafio , mas é tocada nos concertos, e apesar de não me lembrar dos concertos, adoro lembrar-me deles e tenho um orgulho enorme em serem meus primos :D
Queria por aqui a Sexta Saudade, que é lindíssima, mas como não a consigo por, ponho esta.
O que interessa é ser deles. (:
Os melhores momentos passo-os com quem quero e essas pessoas fazem-me feliz assim mesmo.
Lição tirada.
Day 07 - A song that reminds you of a certain event
Pois bem, esta música não tem muito a ver com o desafio , mas é tocada nos concertos, e apesar de não me lembrar dos concertos, adoro lembrar-me deles e tenho um orgulho enorme em serem meus primos :D
Queria por aqui a Sexta Saudade, que é lindíssima, mas como não a consigo por, ponho esta.
O que interessa é ser deles. (:
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