Ai, quantas vezes deixo de reparar o quão bem me faço quando estou do meu lado.

Entiendes ?

Não arranjar coragem para expor ou não arranjar maneira de dizer, das duas uma, ou fica porque quero ou fica e frustra, mói e remói.


She is

Chegou a altura de fazeres alguma coisa sobre o assunto, chegou a altura do teu movimento, da tua decisão. Foste tu que assim quiseste e chegou a altura de remediares a situação.
Sempre te habituaste a bater duas vezes à porta sem que ela hesitasse em te abrir, chegou a altura de insistires, usares a campainha, jogares pedras à janela do quarto onde ela dorme, de lhe fazeres uma serenata ao luar só para que mereças o seu sorriso quando te receber em casa.
Chegou a altura de estares lá para ela como e quando ela está para ti e de a quereres fazer feliz como ela sempre te quis ver.
Chegou a altura de parares de procurar por alguém diferente quando sabes que precisas de alguém como ela, estando perfeitamente consciente que ninguém tem o mesmo jeito, o mesmo toque.
Chegou a altura de te fazeres um homem, ela já não é a velha menina de sempre com quem tu fazias o que querias, ela já é mulher, e nesta condição, tão depressa está hoje para ti como está amanha para outro.
Mentaliza-te que são os dois demasiado diferente para viverem neste mundo, separados.

nmejba

Uma grande agradecimento a mim mesma por tornar o meus dias mais vossos do que propriamente meus.
 Preciso muito mais de vocês do que vocês de mim e em nenhuma circunstância vos trocaria por alguém.
É só para saberem que ter saudades de nós faz-me ter saudades de mim.
 
Deve ser bom sinal perceber que preciso de estar excelentemente bem com certas pessoas para me sentir bem comigo.
Tarde demais para começar do zero, dar dois beijinhos e dizer  " Olá, eu sou a Sofia ".

Just Sometimes.

"(...) Cada dia que penso nisto e me sinto cada vez menos parecida comigo mesma, cresce o medo de não te adaptares à rapariga em que me tornei, ou melhor dizendo, à rapariga em que me tornaram.(...)
Eu estou pronta a dar-te o melhor."

Férias precisam-se

             
Preciso desesperadamente disto                                                                                                                                                                      

disto,









disto ,
 
e disto

Modo sem paciência.
Chega rápido fim do mês, imploro-te, chega rápido.

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Ando desesperada por fazer umas frases bonitas que eu sinta que são suficientemente dignas de ti, de nós.
Desespero apenas porque sinto que as mereces agora, afinal de contas tenho páginas e páginas de palavras de longa data, todas inteiramente tuas.
Se não te disser tudo hoje, digo amanha, depois, depois ou depois, sabendo que, apesar de tudo, o tempo sempre foi nosso aliado, mesmo neste carrossel de esperanças que criaste em mim desde o início.
Confia em mim, confia em ti.
O grande primeiro, é grande para sempre.
Sabes ? Ainda me lembro daquela noite, sentados naquela espécie de banquinho almofadado encostado à parede. Ainda me lembro daquela mesinha pequenina de madeira, repleta de copos grandes e vazios, todos de duas palhinhas tortas e mordiscadas. Ainda me está tão presente como se tivesse sido ontem, os meus dedos e o verniz vermelho na tua pele, como se conseguisse sentir o que emanava cada vez que saia mais uma, pensada ou não, frase de engate. Engate barato esse, é certo, mas eu sorria-te e repetia mil e uma vezes na minha cabeça que uma vez dentro, uma vez nos teus braços não haveria maneira nem iria conseguir arranjar uma desculpa pressionada para te deixar pendurado, como deveria ter feito. Ainda me lembro do meu colar à volta do teu pescoço, e de como eu o puxava só para ter a certeza que ainda queria os teus lábios junto dos meus, mesmo sem compromisso de que estariam no dia a seguir ou no outro, ou no outro...
Lembro-me tão bem como se estivesse a acontecer agora, falares de mim como tendo poderes ou como sendo um ser místico vindo de outro mundo que não o teu, que te roubou a alma, que te impossibilitava os passos, que te limitava inconscientemente os movimentos, que te tirava de um passado confuso e que  criava um esfera em teu torno, coexistindo contigo até ao fim da tua vida. Tendo sempre a maior paciência para as tuas impulsões, a maior compreensão para as tuas indecisões e a maior calma no fingimento dos teus ataques saudosos. Já não se contavam aqueles grandes copos vazios saidos daquela mesinha, e chegava, por último, um copo, alto e comprido, vermelho e de champanhe dentro, enrolas-te o teu braço no meu, e disseste-me ao ouvido " este é por nós, que isto não fique por aqui ", eu apenas sorria. Até que me olhaste nos olhos e disseste apaixonadamente " eu gosto de ti, quero estar contigo, eu quero ter-te a meu lado, diz-me que ficas comigo. "
De entre copo e mais copo, levantei-te, e ajudei-te a andar que já nem a rua conseguias ver com precisão, parei-te num canto e disse amedrontada, antes de me despedir de um último dia de facilidades, " Tem cuidado com o que fazes comigo ", tu abraçaste-me, beijaste-me a testa e disseste com a segurança que ainda conseguias por na voz " Eu só quero ser feliz ".

 " For a drunken mind, speaks a sober heart " , será verdade ?